quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Confirmadas sessões de autógrafos em SC: Joinville (30/03), Floripa (31/03) e Balneário Camboriú (01/04)
No fim do mês de março e início de abril estarei em Santa Catarina para sessões de autógrafos em Joinville (30/03), Florianópolis (31/03) e Balneário Camboriú (01/04).
Compareçam e tragam um galerão! Esta é minha primeira visita ao estado, um evento que já espero ansiosamente desde o ano passado. Vamos reunir os nerds para este encontro. Confira os horários e locais:
JOINVILLE - quarta-feira, 30/03
Quando: Dia 30 de março, quarta-feira, às 19h.
Onde: praça de eventos do Shopping Mueller de Joinville. Após o bate-papo, os autógrafos serão na Livrarias Curitiba (Visconde de Taunay, 235, Centro).
Entrada: Franca.
FLORIANÓPOLIS - quinta-feira, 31/03
Quando: Dia 31 de março, quinta-feira, às 19h30.
Onde: Livrarias Catarinense do Beiramar Shopping (Bocaiúva, 2468, piso Joaquina, lojas 247 e 248, Centro)
Entrada: Franca.
BALNEÁRIO CAMBORIÚ - sexta-feira, 01/04
Quando: Dia 1 de abri, sexta-feira, às 19h30.
Onde: praça de eventos do Balneário Camboriú Shopping. Após o bate-papo, os autógrafos serão na Livrarias Catarinense ( Avenida Santa Catarina, 01, loja 77, Centro)
Entrada: Franca.
E BLUMENAU?
Os divulgadores da Livrarias Curitiba (mesma rede da Livrarias Catarinenses) decidiram trocar Blumenau por Camboriú. Eu também achei vacilo, mas eles disseram que a loja de Blumenau seria "muito pequena".
Se você também se sentiu lesado com esta mudança, escreva para eles fazendo a reclamação: imprensa@livrariascuritiba.com.br
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O que você gostaria (e não gostaria) de ver no meu próximo romance? A hora é essa!
Galera,Conforme anunciado no painel de mídias sociais da Campus Party 2011 (saiba como foi), assim que retornar ao Rio começo a trabalhar no meu próximo romance. A questão é: sobre o quê escrever? Ou melhor: o que vocês gostariam de ler?
A única coisa que defini até agora é que esta será uma aventura no mesmo universo de “A Batalha do Apocalipse” – não uma continuação, mas uma história com os mesmos elementos, e personagens diferentes.
Aproveite este espaço (os comentários, abaixo) para soltar o verbo. Me ajude a entender o que você gostou e (principalmente) o que você não gostou em ABdA. Que tipo de trama você gostaria de ler? Quais detalhes deste “mundo” não podem faltar e o que deveria ser abandonado?
Ainda não há data de lançamento. Tentarei fazer o melhor possível. Vou postando os updates neste blog, sempre que tiver algo interessante.
» Conheça o primeiro spin-off oficial de ABdA
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Confira as diferenças entre as edições normal
e especial de A Batalha do Apocalipse
Em primeiro lugar, este é um post de agradecimento. Agradecimento a vocês, queridos leitores, pela força, pela empolgação, por todas coisas boas que aconteceram este ano. Por causa de vocês, hoje eu vivo de literatura. Sobrevivo graças ao meu público, penso e respiro histórias fantásticas e o mínimo que posso fazer é retribuir com mais aventuras.Desde o lançamento de “A Batalha do Apocalipse” pela Verus que muitos me escrevem pedindo um segundo livro. Mas um romance não é só feito de ideias, mas também de muito trabalho, então seria impossível lançar outra obra ainda este ano. Em reunião com a minha editora, então, pensamos em como daríamos um presente de Natal para os fãs do universo, e depois de longos debates surgiu a proposta de uma publicação especial.
A edição de Natal de ABdA foi toda escrita por mim e ilustrada pelo desenhista Andrés Ramos (o Amigo Imaginário, do NerdCast) com toda dedicação à galera que quer conhecer mais sobre este “mundo”. O material extra expande o universo e abre caminho para a nova série de livros, a ser lançada no ano que vem.
Espero que gostem. A obra foi feita para vocês. É o nosso presente aos leitores fiéis, que desejam explorar a natureza das castas, as dimensões paralelas, as nações antediluvianas, e conhecer mais sobre a hierarquia celeste.
A todos vocês, muito obrigado!
Hierarquia Infernal – O organograma que mostra a divisão de poder no inferno.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Saiba como foi a entrevista no Jô; programa vai ao ar dia 22/11
Finalmente o NerdPower chegou ao topo da pirâmide da conspiração A.C.R.E. Na quarta-feira (26/10) estive dentro dos estúdios da Rede Globo em SP para gravar o Programa do Jô.
A entrevista vai ao ar dia 22/11 (é uma segunda-feira). Avisem aos amigos :-)
No ventre da baleia.
O papo foi legal e se focou no processo criativo e no case - do Jovem Nerd às livrarias. A única coisa ruim é que foi curtinho, apenas 15 minutos, que é o tamanho padrão de um bloco.
Levei uma camisa NerdPower para o Gordo, mas a produção não permitiu que eu entrasse com nada (vai entender), então não deu pra entregar durante a entrevista.
Estou ansioso para ver o resultado :-)
MULTIRIO, 28.10
A entrevista gravada para o programa “Rio, uma Cidade de Leitores”, sobre ficção mitológica vai ao ar nesta quinta-feira, às 8h, simultaneamente na Band Rio e no canal 14 da Net. Às 13h tem reprise no canal 14.
Para aqueles que estiverem trabalhando ou estudando neste dia, o programa será reapresentado no domingo, 30, às 13h, apenas no canal 14.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Em novembro, sessões de autógrafos no Rio, Brasília, BH, Porto Alegre e São Paulo
Aos queridos leitores e amigos,
No mês de novembro estarei no Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre para bate-papos e sessões de autógrafos. Espero encontrá-los por lá. Confira a programação.
RIO DE JANEIRO – PAPO LITERÁRIO (05/11)
Onde: Livraria Saraiva MegaStore do Rio Sul 3o piso (veja como chegar).
Quando: Dia 05 de novembro (sexta), às 19h.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos .
Entrada: Franca.
BRASÍLIA – AÇOUGUE CULTURAL T-BONE (11/11)
Onde: Açougue Cultural T-Bone (veja como chegar).
Quando: Dia 11 de novembro (quinta), às 19h30.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos.
Entrada: Franca.
Dica importante: Chegar cedo – o lugar não é grande. Para o bate-papo haverá distribuição de senhas. Se você não conseguir entrar, não tem problema. Atenderei a TODOS na sessão de autógrafos logo depois.
PORTO ALEGRE – FEIRA DE LIVROS DE PoA (12/11)
Onde: Teatro Sancho Pança, dentro da área da feira (veja como chegar).
Quando: Dia 12 de novembro (sexta), às 19h30.
O que vai rolar: Palestra conjunta com os escritores Raphael Draccon e Leonel Caldela. Depois, sessões de autógrafos.
Entrada: Franca, tanto para a feira quando para o teatro.
Dica importante: Trazer um galerão. O Teatro Sancho Pança tem 500 lugares. Vamos lotar a parada!
BELO HORIZONTE – LIVRARIA LEITURA (18/11)
Onde: Livraria Leitura Pátio Savassi. Av do Contorno, 6061, lojas 235 / 236 (veja como chegar)
Quando: Dia 18 de novembro (quinta), às 19h.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos.
Entrada: Franca.
SÃO PAULO – VIRA CULTURA (28/11)
Onde: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Loja Record.
Quando: Dia 28 de novembro (domingo), às 15h.
O que vai rolar: Bate-papo e autógrafos juntamente com o escritor Raphael Draccon.
Entrada: Franca.
Dica importante: A loja da Record não fica dentro da Cultura, é outra loja dentro da galeria.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Bate-papo e autógrafos em Porto Alegre; Brasília e Jô Soares na pauta

Em novembro regressarei à terra dos meus ancestrais para uma palestra na Feira do Livro de Porto Alegre. A conversa acontecerá no Teatro Sancho Pança, no dia 12/11 (é uma sexta) às 19h30, com a presença dos fantásticos amigos escritores Raphael Draccon e Leonel Caldela.
A entrada, tanto para a feira quanto para o teatro, É FRANCA!Depois do bate-papo, partimos para os autógrafos. O Teatro Sancho Pança fica dentro da área de eventos. Espero encontrá-los por lá :-)
BRASÍLIA E JÔ SOARES
Brasília: É possível que eu esteja em Brasília no dia 11/11. Assim que confirmar, aviso.
Jô Soares: Recebi um convite para ir no Jô. A entrevista seria no próximo dia 26, mas prefiro aguardar a confirmação para anunciar oficialmente. Já peguei na NerdStore uma camisa NerdPower GGG para presentar o Gordo. Vamos torcer!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
“O Aleph”, novo livro de Paulo Coelho, é
tratado de filosofia hindu

Li a obra numa tacada, numa chuvosa tarde de sábado, e prontamente a identifiquei como as narrativas de Malba Tahan, pseudônimo do brasileiro Júlio César de Mello e Souza, matemático que usava um personagem nômade para ensinar álgebra e geometria.
Sempre odiei matemática, mas o fato de conseguir visualizar as questões que Tahan propunha, imaginando o deserto, as estrelas, as caravanas, me fazia compreender e até apreciar os difíceis problemas de aritmética propostos por aquela curiosa figura de turbante, montada em seu camelo.
Em “O Alquimista”, Paulo Coelho provavelmente deve ter descoberto, como muitos romancistas, uma coisa chamada “memória sensitiva”, ou seja, a memória associada aos sentimentos. Um bom romance, com uma narrativa que te toque por meio da trama e dos personagens, faz com que você guarde com especial esmero aquela lembrança, armazenando-a e compreendendo-a de maneira muito mais efetiva do que estudando um frio livro didático.

Quando em 1975 James Clavell escreveu “Xógum – A Gloriosa Saga do Japão”, ele fez exatamente isso. A narrativa envolvente e os personagens cheios de vida ajudaram o mundo a redescobrir e a adorar a cultura japonesa, mais do que qualquer livro acadêmico.
O ALEPH
Em “O Aleph”, assim como em “O Alquimista” e em vários outros livros seus, Paulo Coelho usa a narrativa para discorrer – agora sobre filosofia oriental. A questão aqui é o Aleph, o Axis Mundi, o centro do mundo, ponto essencial onde tudo “está no mesmo lugar ao mesmo tempo”.
Complicado, mas simples. Esta é a noção hinduísta de eternidade. A eternidade, para os indianos, não é um tempo longo. A eternidade não é algo que dure para sempre. A eternidade não tem nada a ver com o tempo. A eternidade é uma dimensão do aqui e agora em que a noção de tempo é simplesmente desligada. Não importa o que fomos, não importa o que seremos, o que importa é que estamos vivos agora, e isso é uma dádiva maravilhosa.
A ideia do Aleph também nos leva à grande iluminação dos Upanishads, coleção de textos indianos datados do século IX a.C., em que os sábios entendem que todos os céus, infernos, deuses e demônios não são forças externas, mas existem dentro de nós, são representações das nossas energias em conflito.
Portanto, encontrar o Aleph é retornar ao seu ponto de realização, encontrar a essência que te faz vivo. É o Nirvana. Quando você consegue se desprender do medo, do desejo e dos compromissos sociais, o que resta é você mesmo, o seu ponto de êxtase, a sua verdadeira natureza. Dado curioso para os nerds é que para ilustrar isso o narrador chega a evocar a cena da morte de Roy Batty, em “Blade Runner”: quem somos, de onde viemos e para onde vamos?
A TRANSIBERIANA
A história de “O Aleph” se passa durante uma viagem que Paulo Coelho fez pela ferrovia Transiberiana, em 2006, que começa na Rússia européia e termina no Mar do Japão. Durante a jornada, vivenciada pelo próprio escritor, muitos acontecimentos tomam lugar, alguns tão curiosos que fazem a gente questionar se realmente ocorreram.

A resposta para este mistério é simples: não importa. Este é o grande segredo do escritor, que muitas vezes despertou a fúria dos críticos. Não importa a forma, não importa se os acontecimentos da viagem são fato ou imaginação – importa a mensagem. E essa deveria ser também a maneira correta de compreender a própria religião. Se nos ativéssemos mais à mensagem e menos às formas, agiríamos mais como Cristo, como Buda, como Mohamed: julgaríamos menos, amaríamos mais.
PARA QUEM JÁ LEU
Li duas vezes a biografia de Paulo Coelho (“O Mago”), escrita pelo jornalista Fernando Morais, e isso me deu bases para associar a obra a vários aspectos da vida do escritor. Para mim, “O Aleph” é também uma forma de o artista externalizar algumas de suas questões mais profundas, e se perdoar por pecados de outrora.
O dominicano que aparece em visões de outra vida, que se acovarda ao deixar sua amada morrer na fogueira, pode ser uma metáfora para Gisa, sua ex-companheira, a quem Paulo virou as costas na prisão do DOI-Codi, durante os duros anos da ditadura militar. A insistente Hilal, incrível violinista que dizia não ter encontrado o seu dom, pode ser uma alegoria para o próprio escritor, que mesmo após estabelecido como compositor famoso ainda não se sentia em paz com sua felicidade.Um dia, quem sabe, tirarei essas dúvidas com o próprio Paulo Coelho. Um dia, quem sabe. Não agora. Por enquanto, não importa.
LINKS
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OUTRAS RESENHAS DE LIVROS
» “O Caçador de Apóstolos” – Leonel Caldela
» “Dragões de Éter” – Raphael Draccon
» “O Amor na Rede” – Jorge Poggi
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Lançamentos e autógrafos de "A Batalha do Apocalipse" no Ibirapuera e Campinas, quinta e sexta

Queridos amigos de São Paulo,
Esta semana estarei de volta à Terra da Garoa para dois lançamentos.
Ibirapuera: Na quinta-feira, 30, estarei na Saraiva do Ibirapuera a partir das 19h. (Av. Ibirapuera, 3.103 - Moema - Piso Moema)
Campinas: Na sexta, 01, vou estar na Saraiva de Campinas, também às 19h. (Av. Iguatemi, 777, Vl. Brandina - Campinas)
Nos dois lugares haverá bate-papo e depois sessões de autógrafos. Quem quiser, apareça nem que seja para dar um abraço. Chamem seus amigos e parentes. Tragam seus “A Batalha do Apocalipse”, não importa qual edição. O importante é a SUA presença!
Sul confirmado: Estarei em Curitiba neste mês de outubro para dois eventos. Depois, sigo para Porto Alegre, onde participarei da Feira do Livro, em novembro. Veja as informações aqui.
Outras cidades: Estou brigando junto à editora para o agendamento de sessões de autógrafos em outras cidades do Brasil. Assim que tiver uma posição, aviso por aqui e pelo Twitter.
Aguardo vcs lá :-)
Bjos e abraços.


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