Aos queridos leitores e amigos,
No mês de novembro estarei no Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre para bate-papos e sessões de autógrafos. Espero encontrá-los por lá. Confira a programação.
RIO DE JANEIRO – PAPO LITERÁRIO (05/11)
Onde: Livraria Saraiva MegaStore do Rio Sul 3o piso (veja como chegar).
Quando: Dia 05 de novembro (sexta), às 19h.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos .
Entrada: Franca.
BRASÍLIA – AÇOUGUE CULTURAL T-BONE (11/11)
Onde: Açougue Cultural T-Bone (veja como chegar).
Quando: Dia 11 de novembro (quinta), às 19h30.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos.
Entrada: Franca.
Dica importante: Chegar cedo – o lugar não é grande. Para o bate-papo haverá distribuição de senhas. Se você não conseguir entrar, não tem problema. Atenderei a TODOS na sessão de autógrafos logo depois.
PORTO ALEGRE – FEIRA DE LIVROS DE PoA (12/11)
Onde: Teatro Sancho Pança, dentro da área da feira (veja como chegar).
Quando: Dia 12 de novembro (sexta), às 19h30.
O que vai rolar: Palestra conjunta com os escritores Raphael Draccon e Leonel Caldela. Depois, sessões de autógrafos.
Entrada: Franca, tanto para a feira quando para o teatro.
Dica importante: Trazer um galerão. O Teatro Sancho Pança tem 500 lugares. Vamos lotar a parada!
BELO HORIZONTE – LIVRARIA LEITURA (18/11)
Onde: Livraria Leitura Pátio Savassi. Av do Contorno, 6061, lojas 235 / 236 (veja como chegar)
Quando: Dia 18 de novembro (quinta), às 19h.
O que vai rolar: Bate-papo e sessões de autógrafos.
Entrada: Franca.
SÃO PAULO – VIRA CULTURA (28/11)
Onde: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Loja Record.
Quando: Dia 28 de novembro (domingo), às 15h.
O que vai rolar: Bate-papo e autógrafos juntamente com o escritor Raphael Draccon.
Entrada: Franca.
Dica importante: A loja da Record não fica dentro da Cultura, é outra loja dentro da galeria.




O dominicano que aparece em visões de outra vida, que se acovarda ao deixar sua amada morrer na fogueira, pode ser uma metáfora para Gisa, sua ex-companheira, a quem Paulo virou as costas na prisão do DOI-Codi, durante os duros anos da ditadura militar. A insistente Hilal, incrível violinista que dizia não ter encontrado o seu dom, pode ser uma alegoria para o próprio escritor, que mesmo após estabelecido como compositor famoso ainda não se sentia em paz com sua felicidade.






